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Ventisquero

ventisquero

A Viña Ventisquero está localizada no Chile, em Trinidad, no Valle del Maipo, entre a Cordilheira dos Andes e o Oceano Pacífico, e  nasceu com o propósito de tornar-se a melhor vinícola do país.

Seus 1.760 hectares de vinhedos são próprios, mapeados por satélite e irrigados. Estão cultivados nos principais vales vitivinícolas chilenos, onde se encontram as variedades mais finas do mercado, como Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah, a quase extinta Carménère, Pinot Noir, Chardonnay e Sauvignon Blanc. Isso faz com que cada variedade obtenha ao máximo a expressão generosa de sabor dos vinhos em cada um dos seus terroirs.

A qualidade dos vinhos é ressaltada pelo cuidado tomado com cada detalhe, como a irrigação, as práticas de manejo que asseguram ótimas colheitas, o uso de cintas transportadoras e prensas móveis que potencializam a qualidade dos mostos. A fermentação dos vinhos é feita pelo processo de enchimento gravitacional em tanques de aço inoxidável, além das melhores barricas de carvalho francês, o que assegura um excelente processo de envelhecimento.

A elegância na composição dos melhores vinhos é liderada pelo enólogo Felipe Tosso, reconhecido por desenvolver vinhos equilibrados e elegantes.

Quer conhecer os vinhos da Ventisquero? Clique aqui!

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Decantação e respiração do vinho

Para que servem esses procedimentos?

O objetivo da decantação é separar o vinho da sua borra ou sedimento, resultante da polimerização dos taninos, precipitação dos cristais de tartarato, etc.

Os melhores tintos programados para envelhecer e amadurecer costumam produzir um depósito após alguns anos de engarrafamento, o que mostra que os vinhos não passaram por excesso de filtragem.

Se você acha que um vinho que será aberto tem borra, deixe a garrafa em pé antes de servi-lo. Com uma fonte de luz (lanterna, vela, etc) por trás da garrafa, verta-o devagar para outro recipiente ou decantador, parando quando notar que a borra se aproxima do gargalo.

Deixe o vinho respirar (entrar em contato com o ar) através da decantação ou da simples remoção da rolha. Assim, o vinho inicia imediatamente um intercâmbio com o meio, ganhando oxigenação; desse modo, certos aromas voláteis e menos nobres se desprendem, amenizando os taninos e a acidez. O vinho evolui e ganha em características organolépticas.

Muitos apreciadores utilizam o decanter em todas a ocasiões, mesmo que a bebida não exija. A razão, nesses casos, é estética: quando colocado num decanter de vidro, o vinho fica mais bonito.

E não se esqueça: os vinhos brancos nunca devem ser arejados, decantados nem ambientados. A abertura da garrafa é feita sempre na hora de servir.

Sugestão do Menu Especial:

Decanter com Suporte Trudeau

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Vinho para relaxar

vinho geladinho

O verão está chegando!

Imagine-se na praia ou na piscina, ao lado de um balde cheio de gelo e dentro aquele vinho delicioso e geladinho, pronto para refrescar e relaxar o seu corpo.

Veja algumas dicas especiais de vinhos para acompanhar  o seu verão:

Messias Santola Branco

Frisante Bacio Della Luna Branco

Frisante Bacio Della Luna Rosé

Frascati Villa Fabrizia

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Vinhos de Sobremesa

Verdadeiros tesouros em taças, os vinhos de sobremesa são com certeza o final perfeito para qualquer refeição.

Deliciosos, ricos e dourados muitas vezes, além de acompanhar perfeitamente os doces, podem muito bem substituí-los , pois para muitos enófilos os bons vinhos de sobremesa são a própria sobremesa.

Os vinhos de sobremesa são excelentes vinhos de meditação, ótimos companheiros para música, livros ou para  momentos de reflexão.

O Menu Especial sugere alguns vinhos de sobremesa inesquecíveis, que farão da sua sobremesa uma ocasião memorável!

L´Extravagant Sauternes de Doisy Daëne 2003 (clique aqui)

Este vinho de sobremesa tem a característica de ser longevo. L’extravagant é um super-cuvée. O poder e a riqueza fabulosa desse vinho são indescritíveis. Esse vinho tem um teor alcoólico mais alto do que a maioria dos vinhos elaborados com os mostos extremamente doces, produzido em outros lugares do mundo. É um vinho denso, exuberante, perfeito para terminar uma refeição especial. Esse exemplar recebeu 99 pontos de Robert Parker.

Nederburg Noble Late Harvest (clique aqui)

É um excelente vinho de sobremesa sul-africano, de grande classe, finesse e complexidade. Sua cor é amarelo brillhante com reflexos dourados. Possui aromas de frutas caramelizadas (pêssegos e damascos), mel, verniz e baunilha. É doce, encorpado, de acidez elevada e com final muito longo. Retro-olfato de frutas.

FLP sobremesa – Filipa Pato e Luis Pato (clique aqui)

Este vinho de sobremesa é uma criação genial da enóloga portuguesa Filipa Pato em parceria com seu pai, Luís Pato. O processo de elaboração é diferenciado, usa técnicas de crioextração (congelamento das uvas) e extraem o que seria uma forma de vinho do gelo. As uvas são colhidas no período habitual e, como na Bairrada não há neve, nada mais é que uma simulação delicada do frio natural. O efeito tem como objetivo a concentração de açúcares.  Prensadas, as uvas são deixadas fermentando em grandes barricas de carvalho de segundo uso. O vinho FLP 2008 é um corte das uvas Bical, Cerceal e Sercialinho. Tem aroma de maçãs verdes, pimenta branca, marmelos e leve grapefruit. Na boca é fresco, o doce  possui o fino equilíbrio com a acidez; é  realmente um vinho muito sedutor.

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Qual é a ordem dos vinhos?

A Ordem do Vinho

Muitas pessoas têm dúvidas na hora de servir os vinhos: qual é a ordem correta para servi-los? Tinto antes do branco? Doce antes do seco? Existem algumas linhas mestras tradicionais para o serviço do vinho:

• Vinho Branco antes do Vinho Tinto

• Vinho Leve antes do Vinho Encorpado

• Vinho Jovem antes do Vinho Maduro

• Vinho Seco antes do Vinho Doce

• Vinho Simples antes do Vinho Complexo

Na grande maioria das vezes é a comida quem dita a ordem dos vinhos. Caso a refeição seja composta por vários pratos e vários vinhos, deve-se comerçar pelo mais leve e terminar pelo mais forte e encorpado. O vinho que vai ser servido deve estar em harmonia com a comida que acompanha:

Os vinhos mais delicados harmonizam com pratos pouco temperados; e os vinhos fortes e encorpados harmonizam com pratos densos e temperados.

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